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ENCERRAMENTO DO CURSO DE EDUCAÇÃO POPULAR EM DIREITOS HUMANOS

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  Por Cristivan Alves A Sociedade Paraense de Defesa dos Direitos Humanos- SDDH, neste semestre de 2022 está atuando ativamente na instrução de Defensores/as de Direitos Humanos, que é fundamental para a construção de uma sociedade instrumentalizada de dispositivos para lutar contra ausência da garantia de direitos no estado do Pará. O curso de Advogados/as populares em Direitos Humanos e o Curso de Educação Popular em Direitos Humanos está sendo fundamental na formação de Defensores/as de Direitos Humanos no estado. O Curso de Educação Popular em Direitos Humanos do “Projeto Educar Resistir por Direitos Humanos na Amazônia”, teve início no dia 02 de maio e encerrou as atividades no dia 01 de Julho deste ano.   O curso acontecia às sextas-feiras, na sede da SDDH, com 16 temáticas voltada para Amazônia e direitos humanos, sendo: Direitos Humanos. Trajetória, Concepção e Características no Brasil; Direitos Humanos, Gênero, Raça e Participação Política; Educação Popular. Princípios

Nota Pública

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           A  SOCIEDADE PARAENSE DE DEFESA DOS DIREITOS HUMANOS (SDDH), vêm se solidarizar com as famílias do Indigenista Bruno Pereira e da Fundação Nacional do Índio - FUNAI, e do jornalista inglês Dom Philips sequestrados desde o dia 05 de junho, enquanto faziam o trajeto entre a comunidade ribeirinha São Rafael e a cidade de Atalaia do Norte, na região conhecida como Vale do Javari, no Amazonas,  e que agora tem seus assassinatos confirmados.        As informações públicas contam que Bruno vinha sofrendo ameaças por defender comunidades indígenas contra a ação de garimpeiros, pescadores ilegais e madeireiros. Após a comunicação do desaparecimento, as entidades da região e de outros locais do Brasil denunciaram o descaso das autoridades na investigação, e, após muita pressão pública nacional, internacional, e sob medidas judiciais, foram enviadas equipes para intensificar as buscas.       Não se tratam de casos isolados. Na verdade, estas mortes são resultados do incentivo a violênc

Pré-FOSPA Tapanã reúne povos indígenas e moradores para discutir “interculturalismo, autonomia e políticas públicas”.

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  por Antônio Marinho | Estagiário Com participação expressiva o Pré-Fórum Social Pan-Amazônico (FOSPA) realizado na última sexta-feira (10) no Centro de Convivência Zoe Gueiros, bairro Tapanã – município de Belém (PA) – reuniu moradores, povos originários da pan-amazônia e representantes da sociedade civil para uma roda de conversa sobre “interculturalismo, autonomia e políticas públicas”. O evento foi um aquecimento para debater as pautas que serão levadas ao X FOSPA, que acontecerá de 28 a 31 de Julho em Belém do Pará. Com o intuito de dar voz aos povos indígenas e a troca de experiências das diferentes culturas, os participantes do encontro puderam relatar seu cotidiano de vida, os problemas que afligem seus territórios, os anseios por políticas públicas e a garantia dos direitos humanos. Estavam presentes os moradores do bairro Tapaña e comunidades vizinhas, e os indígenas das etnias Warao, Carajá, Baré, Tembé, Tukano e Galibi-Marwono que vivem na região metropolitana de B

ENTIDADES DOS DIREITOS HUMANOS DO ESTADO DO PARÁ PEDEM INVESTIGAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE JAIR BOLSONARO SOBRE O DESAPARECIMENTO DE JORNALISTA E AMBIENTALISTA NO AMAZONAS.

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  Organizações da Sociedade Civil como o Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Federal no Estado do Pará (SINTSEP-PA), Sociedade Paraense de Defesa dos Direitos Humanos (SDDH), Movimento Xingu Vivo para Sempre, Comissão Pastoral da Terra (CPT), entraram com representação na Procuradoria Geral da República pedindo a instauração de inquérito policial para investigar declaração do Presidente da República sobre o desaparecimento de jornalista e ambientalista no Amazonas. Nas últimas horas de sexta-feira (10), as entidades dos Direitos Humanos do Estado do Pará, protocolaram um pedido para investigação policial da declaração de Bolsonaro sobre o desaparecimento do indigenista Bruno Pereira, da Fundação Nacional do Índio (FUNAI), e do jornalista inglês Dom Phillips, colaborador do Jornal Britânico The Guardian, ocorrido no domingo, 05 de junho, enquanto faziam o trajeto entre a comunidade ribeirinha São Rafael e a cidade de Atalaia do Norte, na região conhecida como Vale do Javari