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Mostrando postagens de Fevereiro, 2016

NegriAto pede fim do racismo e da violência institucional na UFPA

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Alun@s da Universidade Federal do Pará (UFPA) e jovens ligad@s a vários movimentos sociais e culturais, participaram do NegriAto, realizado quinta-feira (25), desde às 10 da manhã até às 21 horas, no hall da reitoria da universidade. O ato, organizado pelo coletivo Mulheres Negras em Rede, contou com intervenções artísticas, palestras e debates voltados às lutas dos movimentos negro e feminista, além de programação cultural diversificada. O que motivou a realização da ação foram os recentes episódios de violência e racismo institucional contra jovens negr@s da periferia e alun@s do curso de Serviço Social da UFPA.  
Há vários relatos de alun@s e jovens da periferia, que denunciam situações de racismo e violência institucional, cometidos por seguranças da UFPA. Ano passado, a jovem negra, moradora da periferia, mãe e militante do movimento afro, Sarah Neves, foi constrangida por seguranças da universidade e obrigada a se retirar de um evento cultural - o Rock Rio Guamá 2015- quando ten…

Tentativas de alterações na Lei de Meios gera protestos na Argentina

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Por Erika Morhy A Lei de Meios da Argentina nem bem começa a ser implantada e já está claramente ameaçada pelo governo de Mauricio Macri. Basta dar uma passada de olhos nos protestos e cartazes que dizem: "na lei de meios não se toca". Democratizar os meios de comunicação tem sido bandeira de luta em vários países, alguns deles com claros avanços neste sentido. Talvez a Argentina seja um dos mais recentes a comemorar o início da implantação da Lei de Serviços de Comunicação Audiovisual (Lei 26.522), ou simplesmente Lei de Meios, que tem sido amplamente debatida há mais de 20 anos.
O cenário midiático no país azul e branco é muito parecido com o do Brasil, tanto no que se refere à concentração quanto às garantias de liberdade de expressão, para citar apenas dois elementos que compõem este cenário. Aí está o Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação que bem ilustra essa batalha.

A contextualização exposta aqui está a serviço de um momento crucial que vive a Argentina sob…

Nota de repúdio contra os episódios de violência e racismo institucional

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No dia 22 de fevereiro de 2016 por volta das 22:00h, no primeiro portão da Universidade Federal do Pará (UFPA), sete (7) alunos (sendo a maioria mulheres, e uma grávida de 4 meses) do curso de Serviço Social – UFPA, foram impedidos de entrar na universidade. Os alunos estavam munidos de sua identificação estudantil e atestados de matrículas, os quais foram apresentados, e um dos seguranças antes mesmo de pedirmos para entrar veio e falou de maneira grosseira “ninguém vai entrar aqui!!!”. 
E explicamos que apenas queríamos adentrar na UFPA para pegar ônibus no terceiro portão da universidade, devido o risco que iriamos correr se contornássemos a universidade, e mesmo assim os dois (2) seguranças da empresa VIDICOM, que estavam de plantão no momento realizando atividades, não permitiram a entrada dos alunos. Nossa segurança foi negligenciada e ficamos do lado de fora. No entanto, foi permitida a entrada de outros alunos, que estavam de carro/moto, mostrando claramente uma exclusão social…